Publicado por: Maria em: Fevereiro 17, 2012
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Creio que a vida deve ser um contínuo interligar de gostos, vontades, sonhos, aspirações, desejos e valores.
Recentemente li algo que está a fazer mudar a forma como a vivo e faz com que preste mais atenção ao que faço para perceber se está indo ao encontro desses valores (página 10 do PDF e nº42 da folha).
Tenho prestado ainda mais atenção ao “porquê?”. Embora dê valor quando faço por acaso, não me interessa tanto quanto quando o faço com intenção.
Interesso-me ainda mais em perguntar “porquê?” quando não faço o que devo para ficar em harmonia com o que quero.
Há algo que quero muito mas apesar disso ando a sabotar-me e a não fazer o que preciso para atingi-lo. A pergunta “porquê?” em relação a isso anda constantemente na minha cabeça.
E a resposta, percebi hoje, está a ser-me dada aos poucos no meu dia-a-dia.
Há aspectos da vida que tenho tendência de pôr em redomas separadas de todos os outros. Como faço isso, acabo por não perceber que as redomas são apenas imaginárias e que um aspecto interfere com todos os outros em maior ou menor grau.
Hoje tive consciência disso e o trabalho do dia-a-dia deste mês será trabalhar bem os valores base e enquadrar o que faço neles.
O motivo pelo qual quero o que quero é vago, indefinido estava associado a uma insegurança que queria ultrapassar sem saber porque queria ultrapassá-la e ainda menos o que fazer depois de tê-la ultrapassado (tanto que já consegui no passadoe voltei à estaca zero).
Ler o texto que indiquei fez-me perceber:
- que é um aspecto da vida com o qual tenho lidado mal porque não sabia o que queria dessa faceta da vida (agora ando a ver o que sei, o que preciso saber e mais importante: o que quero dela);
-Existem várias outros aspectos da vida que não estavam bem porque também não sabia lidar com eles e pensava que sabia;
-Concentro-me mais e melhor se souber para que objectivo maior o faço (para não falar que dá muito mais gozo);
-Continuo a querer o que queria porque é algo que gosto mas preciso de enquandrar isso nos meus outros valores. Preciso saber a qual deles pertence para receber o ânimo que preciso para recomeçar e concluir.
-O boicote fica assim esclarecido e este objectivo é o primeiro a enquadrar nos valores base para que a sabotagem deixe de existir.
Se acha que estes motivos não são suficientes, saiba que são algumas folhas do livro “Casais inteligentes terminam ricos” e as folhas em questão nada têm a ver com dinheiro mas com algo muito maior e melhor: vida.
P.S. O texto está em inglês mas pode ser traduzido aos poucos no seu tradutor habitual ou no Google translator.
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