Lidar com o stress

Stress faz parte da vida. Lidar com ele é um processo em constante mudança porque a vida está em constante mudança e aquilo que já estava “domado” deixa de estar.

Por algum motivo pensava que por começar a trabalhar deixaria de ter stress. Tenho tido vários tipos e intensidades de stress associadas ao trabalho e não associadas ao trabalho.

No último ano foi de tal forma que “fui abaixo”. Estive um mês de baixa com o único objectivo de descansar do cansaço extremo. O médico achou que nem seriam precisos remédios, só descanso.

Como é óbvio não é algo que se possa fazer regularmente e comecei a olhar para as formas de lidar com o stress de maneira a preveni-lo em vez de deixá-lo chegar a níveis que chegou.

Não tenho nada de concreto/resumido para apresentar mas estou a aprender.

Eis as áreas:

Saúde – e aqui refiro-me a alimentação, boa alimentação que é um conceito que muda de pessoa para pessoa, escritor para escritor, etc, por isso ando a pesquisar a “minha boa alimentação”;

Organização do espaço/ Feng Shui – que o ambiente influencia-nos (relaxando ou stressando) é um facto. Como fazer que nos influencie positivamente cai na esfera do Feng Shui;

Divertimento – as responsabilidades são tantas que esqueço de mim, de me divertir, de descansar, de fazer por mim ou melhor, de deixar que outros façam por mim, de estar com família e amigos. Isto cai na gestão do tempo. Como usar o tempo que sobra entre casa, trabalho e responsabilidades implica planear;

Imagem – “É ridículo pensar em roupa, sapatos, cabelo e unhas com tanta coisa para fazer.”- pensava eu. Enganei-me, é uma das maneiras de melhorar a auto-estima e garantir que me trato bem noutras áreas da vida. Também é uma forma das outras pessoas tratarem-me melhor. O que reduz uma parte do stress que crio e que entra na minha ida. E

Finanças pessoais – este é batido mas é algo que ainda preciso de “trabalhar”. Em vez de querer tudo, estou a adoptar um passo de cada vez.

passos de bébé

 

Não são propriamente objectivos mas são as áreas nas quais quero focar-me este ano para viver mais descontraída/feliz.

Eis alguns sites onde vou buscar a “sabedoria”:

Saúdehttp://draxe.com, http://goodfoodeating.com/ e medicina tradicional chinesa

Organização do espaço/ Feng Shuihttp://www.fengshuiforus.com/

Divertimento– não há site aqui. Escrevo tudo o que quero fazer conforme vem à mente, apontando numa lista que está gigantesca e antes do início de cada mês olho para os itens da lista e escolho 5 para fazer durante o mês seguinte: um por folga. Só fiz 2 o mês passado mas sabe uma coisa? Foram 2 a mais que o ano passado inteiro.

Imagemhttp://aishajones.com/

Finanças pessoaishttp://affordanything.com/

 

Lidar com o stress é um exercício diário. Quero torná-lo tão automático que nem sinto que é isso que estou a fazer.

E você, em que áreas vai-se focar para lidar melhor com o stress?

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Só as que consideramos bençãos ou até as coisas que consideramos más mas que nos fazem evoluir. A escolha é de cada um.

Este mês começa a Primavera. Obrigada.

As plantas já estão mais bonitas. Obrigada.

Os dias estão maiores e mais quentes. Obrigada.

Todos os dias temos uma hipótese de fazer melhor.Obrigada.

Um mês tem muitos dias. 

É uma benção.

Obrigada.

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Creio que a vida deve ser um contínuo interligar de gostos, vontades, sonhos, aspirações, desejos e valores.

Recentemente li algo que está a fazer mudar a forma como a vivo e faz com que preste mais atenção ao que faço para perceber se está indo ao encontro desses valores (página 10 do PDF e nº42 da folha).  

Tenho prestado ainda mais atenção ao “porquê?”. Embora dê valor quando faço por acaso, não me  interessa tanto quanto quando o faço com intenção.

Interesso-me ainda mais em perguntar “porquê?” quando não faço o que devo para ficar em harmonia com o que quero.

Auto-boicote (pois é, ando a boicotar-me)

Há algo que quero muito mas apesar disso ando a sabotar-me e a não fazer o que preciso para atingi-lo. A pergunta “porquê?” em relação a isso anda constantemente na minha cabeça.

E a resposta, percebi hoje, está a ser-me dada aos poucos no meu dia-a-dia.

Há aspectos da vida que tenho tendência de pôr em redomas separadas de todos os outros. Como faço isso, acabo por não perceber que as redomas são apenas imaginárias e que um aspecto interfere com todos os outros em maior ou menor grau.

Hoje tive consciência disso e o trabalho do dia-a-dia deste mês será trabalhar bem os valores base e enquadrar o que faço neles.

O motivo pelo qual quero o que quero é vago, indefinido estava associado a uma insegurança que queria ultrapassar sem saber porque queria ultrapassá-la e ainda menos o que fazer depois de tê-la ultrapassado (tanto que já consegui no passadoe voltei à estaca zero).

Ler o texto que indiquei fez-me perceber:

– que é um aspecto da vida com o qual tenho lidado mal porque não sabia o que queria dessa faceta da vida (agora ando a ver o que sei, o que preciso saber e mais importante:  o que quero dela);

-Existem várias outros aspectos da vida que não estavam bem porque também não sabia lidar com eles e pensava que sabia;

Concentro-me mais e melhor se souber para que objectivo maior o faço (para não falar que dá muito mais gozo);

-Continuo a querer o que queria porque é algo que gosto mas preciso de enquandrar isso nos meus outros valores. Preciso saber a qual deles pertence para receber o ânimo que preciso para recomeçar e concluir.

-O boicote fica assim esclarecido e este objectivo é o primeiro a enquadrar nos valores base para que a sabotagem deixe de existir.

Se acha que estes motivos não são suficientes, saiba que são algumas folhas do livro “Casais inteligentes terminam ricos” e as folhas em questão nada têm a ver com dinheiro mas com algo muito maior e melhor: vida.

P.S. O texto está em inglês mas pode ser traduzido aos poucos no seu tradutor habitual ou no Google translator.

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Estamos a meio de Fevereiro e agora é que vou falar sobre objectivos de 2012.  Tenho vários, como imagino que toda a gente tem, mas o principal e recorrente é TEMPO.

Tempo para gozar a vida como quero vivê-la. Para sentir que uma semana tem 7 dias (em vez de 2 ou 3 como ainda acontece), que cada dia tem 24 horas e que cada hora tem 60 minutos.

Para vivê-los ao máximo dentro do que gosto e aspiro.

Passar a maior parte do tempo a fazer o que gosto é uma boa ideia, logo saber o que gosto e o que quero da vida é essencial.

Objectivos mensais

Os objectivos que vou indicar neste post não estão completos e provavelmente serão completados à posteriori (como o de Janeiro) mas são intemporais e podem ser intercalados em qualquer período de tempo escolhido, pela ordem que mais convier, por mim ou por qualquer outra pessoa.

Janeiro – ter maior consciência de mim (post por escrever)

Fevereirodefinir os valores essenciais (post a ser publicado a 17 de Fevereiro de 2012)

Março – limpeza mental e emocional de Primavera (post a ser publicado depois de Março começar)

Abril – Continuar a fazer o que tenho de fazer e integrar no dia-a-dia os “extras” que as mudanças que a vida sempre traz (post a ser publicado em Abril)

Maio – ?

Junho – ?

Julho – ?

Julho – ?

Agosto – Ter férias conscientes e alinhadas com os restantes objectivos (as férias são do trabalho, não da vida)

Setembro – ?

Outubro – ?

Novembro – Fazer balanço aos objectivos anuais para saber se há alguns que se mantêm, porquê e começar a definir os novos objectivos

Dezembro – Começar a trabalhar nos objectivos definidos para um ano.

Tempo e objectivos

Aprendi que dividir os objectivos em espaços de tempo faz com que “sinta” melhor o tempo passar  (em vez de dar por mim a aperceber-me que já passou).

É por isso que tenho objectivos que só deverão estar concluídos no fim do ano, tenho  estes mensais e diariamente crio uns para o dia seguinte.  Espero ter capacidade de criar objectivos semanais em breve.

Pode parecer muito mas por vezes dou por mim a perceber que a semana e o dia de descanso passaram, não descansei e ainda deixei algumas coisas que queria fazer por fazer.

O motivo foi só um: falta de planeamento. Se tivesse escrito o que fazer durante a semana, iria enquandrá-lo nos objectivos diários e iria fazê-lo.

P.S. Uma vez li ou ouvi algo sobre a comida chinesa que se referia ao facto de haver pouca comida e muita gente a alimentar.

Cortando os poucos alimentos existentes em pedaços pequeninos, criava-se a ilusão de mais comida e assim mais facilmente esta podia ser distribuída por todos.

Tento aplicar esse conceito. A comida é o tempo e esse já é “servido cortado aos bocadinhos”.

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Uma das coisas que me causa stress e com a qual ainda não sei lidar é dinheiro. Tanto com a falta quanto com a existência.

Com a falta angustio-me, com a existência gasto(ava) e o assunto em si cria-me ansiedade.

Em constante aprendizagem (leia-se tenta, cai e levanta repetidos) vou procurando formas de aprender a lidar com ele.

Recentemente cheguei a uma conclusão que acho demasiado boa para os tempos que correm para não partilhar: comer sopa e primeiro prato.

Dá para poupar metade do que gasto no supermercado.

Vamos ver se deixo de me angustiar.

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Não está a ser fácil concluir algo todos os dias. Desde acabar mas mal feito e ter de recomeçar de novo, a encontrar entraves (os mesmos ou outros que fizeram com que parasse inicialmente), a sentir-me pressionada para fazê-lo seja em relação ao que for.

Era tarde, estava cansada e queria dormir mas sabia que não tinha acabado/concluído algo ontem. Esforcei-me para encontrar algo que pudesse fazer coincidir com o  conceito que tenho usado de atribuir 30 minutos por  tarefa.

Escolhi apontar as minhas despesas na agenda que uso para esse fim e que estava cheia de papeis mas ainda não tinha apontado nada este mês.

Terminei em 19 minutos.

Deitei-me com a consciência tranquila de ter feito o que me tinha proposto fazer, com o alívio de mais um bocadinho de papelada organizada e com a sensação de dever cumprido e trabalho feito. Leia o resto deste artigo »

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Esta semana assisti a um vídeo que tenho repetido várias vezes na minha cabeça. Um vídeo sobre como manter a criatividade.

Li um artigo sobre o que fazer quando não conseguíamos decidir ou encontrar um trabalho que nos apaixonasse.

Lembrei-me das listas de “coisas a fazer” de algumas blogers.

Juntei tudo e cheguei à conclusão que o mais importante no vídeo é: acabar algo.

Atenção que não é começar e acabar (embora também possa ser). O importante é CONCLUIR algo que já foi iniciado mas ainda está por terminar. Leia o resto deste artigo »

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